30/10/2025

5 Músicas Sobre Deuses... Às Vezes Diferenciados

O rock e principalmente metal, tem suas temáticas bem livres, ainda mais em se pensando na parte religiosa, temos de ataque a religiões, passando por misticismo e afins. Pensando nisso, resolvi trazer cinco músicas que tratam sobre deuses, de alguma forma ou outra, para ouvir o gospel do rock:
Marduk - Glorification Of The Black God
Pra começar, vamos pelo lado negro da força. A banda taca um hino em nome de uma entidade maligna;
Janis Joplin - Work Me, Lord
A primeira dama faz uma espécie de oração ao senhor, pedindo pra sair de uma dolorosa solidão que realmente machuca;
Testament - Neptune's Spear
Aqui a lendária banda referência a arma de Netuno em paralelo a toda violência que vivenciamos;
Morcrof - The Judgement Of Demigod (pt. II)
Aqui essa banda única do underground brasileiro, retrata o julgamento de um meio Deus, o julgamento está dividido em 4 partes, sendo 4 músicas incríveis que valem a audição;
Witchery - The God Who Fell From Earth
Essa música é sob a visão de um Deus esquecido e que nem lembra mais quem é a humanidade.

27/10/2025

5 Álbuns Conceituais Que Vale a Pena Conferir

Álbum conceitual é algo fora da curvar no rock como um todo, o conceito pode estar na estilística do álbum, ou talvez traga todo um roteiro consigo, trazendo uma história coesa em suas músicas. Pensando nisso trago cinco álbuns conceituais que valem a audição:
Dream Theater - Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory (1999)
Um dos meus álbuns de cabeceira, aqui a banda trás um som extremamente complexo, porém, equilibrado, onde as músicas são acessíveis e de fácil assimilação. Com uma história sobre reencarnação, amor e vida urbana, a temática é profunda e bela;
Symphony X - Paradise Lost (2007)
Com temática inspirada no poema épico de John Milton, a história tem na verdade um tom mais autoral. As músicas ouvidas separadamente conseguem tratar de vários temas de uma maneira incrível, esse álbum figura entre os meus prediletos de todos os tempos, tendo uma sonoridade moderna, mas orgânica, isso aqui é como chegar ao paraíso do gênero;
Vintersorg - Orkan (2012)
O oitavo álbum da banda sueca, é um dos que as letras são todas na língua do país de origem dos caras, sendo o segundo de uma quadrilogia de plays conceituais sobre os elementos, esse tendo a temática da água, trazendo tudo que faz essa banda tão interessante;
Vintersorg - Naturbål (2014)
Assim como o exemplo anterior, esse dá continuidade aos quatro álbuns elementais da banda, sendo o terceiro e trazendo como tema o fogo;
Powerwolf - The Sacrament of Sin (2018)
Pode não ser considerado um álbum conceitual, porém, toda a temática desse play é em torno do pecado e é bem coeso nisso. Um baita álbum que entrou pro hall dos meus de cabeceira.

23/10/2025

Os 5 Discos que Mudaram a Vida de Ace Frehley

Em uma entrevista a Classic Rock, Spaceman, saudoso guitarrista original do Kiss descreveu quais foram os 5 álbuns que mudaram sua vida. Em tradução do site Igor Miranda podemos ver essa lista que é simplesmente primorosa:
Jimi Hendrix ExperienceAre You Experienced (1967)
“Mudou minha vida, sem dúvida. Eu costumava andar pelo meu colégio com esse álbum debaixo do braço. É inovador de tantas formas, ninguém tocava guitarra como Hendrix.
Eu já estava tocando guitarra há alguns anos, mas quando ouvi Hendrix, parecia tão além de qualquer coisa que eu estava ouvindo na época. Ele estava fazendo algo que estava a anos-luz de todos os meus outros heróis. Eu costumava tocar o disco mais lento e tentar aprender os solos. Seu uso de efeitos, sua composição, seu fraseado... o cara era um talento único.”
Led ZeppelinLed Zeppelin I (1969)
“Eu nunca vou esquecer quando vi a primeira aparição do Led Zeppelin em Nova York. Eles estavam abrindo para o Iron Butterfly no Fillmore East. É uma daquelas noites que você sempre ouve sobre: o Zeppelin tocou seu set e simplesmente arrasou o lugar. O Iron Butterfly teve que vir em seguida. Metade do público foi embora.
Eu saí e peguei o disco de estreia. Não estava familiarizado com (Jimmy) Page antes disso. Eu gostava dos Yardbirds, mas sempre pensei em Jeff Beck com aquela banda. Então colocar Zeppelin (para tocar) foi uma experiência enorme. Seus riffs, seus sons e os solos dele (Page), ele era o guitarrista completo. Me tornei um grande fã na hora.”
WhoMy Generation (1965)
“Que ótimo disco. Canções fabulosas. Pete Townshend não era um cara dos solos, mas ele sabia como trabalhar acordes. Aprendi muito da minha técnica de acordes estudando músicas do Who. Pete Townshend consegue tocar o mesmo acorde em 20 posições no braço da guitarra. Ele é um mago.
Eu amo as harmonias deles e a forma como arranjam suas músicas. The Who era uma banda muito inteligente. Ninguém tocava como Keith Moon, ele não usava um chimbal. Mas era tudo focado na guitarra de Townshend. Ele tinha algo muito forte nas mãos.”
CreamFresh Cream (1966)
“Esse é o disco no qual eu descobri (Eric) Clapton. Na verdade, eu vi o Cream. Eu estava na primeira vez deles em Nova York, quando estavam abrindo para Mitch Ryder and the Detroit Wheels. Eu não fazia ideia do que ia ver, mas fiquei impressionado. Pense nisso, Who estava na mesa noite. Aqueles eram grandes dias.
Eu amo o álbum Fresh Cream. Clapton é um guitarrista de blues único e toca de forma bela. Eu estudei tudo o que ele fez, do Cream ao Blind Faith, a Derek and the Dominos e então seu material solo. Ele é um daqueles caras que têm algo tão singular – você sabe que é ele, no primeiro segundo em que ele toca uma nota. Eu definitivamente tentei pegar o máximo que pude de Clapton.”
Rolling StonesSatisfaction (1965)
“É como jogar cara e coroa com os Beatles e os Stones, eu amo ambos, mas vou ter que ir com os Stones porque eles eram os ‘bad boys’. Escolher um único álbum é difícil, então eu vou com um single, a primeira música deles que realmente me pegou: Satisfaction. Lembro de estar andando pelo Bronx e ouvi-la no rádio. Foi um tempo incrível. Parecia como se a canção estivesse em todo lugar. Você a ouvia vindo das janelas, dos rádios dos carros enquanto as pessoas dirigiam. Você não conseguia escapar de Satisfaction durante o verão de 1965.
A respeito da guitarra, tem esse riff incrível, um dos maiores padrões de três notas de todos os tempos. É tão simples que você não consegue acreditar que ninguém pensou nisso antes. Não seria a canção que é sem aquele riff. Ele soa incrível vindo daqueles pequenos rádios de transistores. Eu saí e comprei um [pedal] fuzz box, eu tinha que tentar ter aquele som.”

22/10/2025

Eduardo Baldo Agora é o Atual Baterista do Sacred Reich

O baterista brasileiro Eduardo Baldo entrou pro hall de músicos BRs em bandas gringas de renome, agora se tornando quem guia as baquetas no Sacred Reich.
Baterista que teve no Hibria entre 2008 e 2018, estando também em outras bandas, Baldo é um grande nome entre os bateristas nacionais, sendo votado algumas vezes como melhor do mundo.
A nota disposta pela banda icônica de thrash metal em suas redes sociais não específica se Baldo vai ser membro permanente, ou se vai apenas atuar até finalizar a atual tour:
"Dave McClain não é mais membro do Sacred Reich. Desejamos a ele tudo de bom. Nosso amigo Eduardo Baldo tocará conosco nos shows do Hatebreed em novembro na Europa. Agradecemos a ele por ter aparecido tão em cima da hora."
"Estamos animados com este novo capítulo na história do Sacred Reich. Estamos finalizando nosso novo álbum, 'Into the Abyss', que será lançado na primavera de 2026 pela Metal Blade Records. Grandes novidades estão por vir."
Dave McClain, citado na nota atuou na banda em duas fases, de 1991 a 1995 e depois de 2018 a 2025. Não foi indicado motivo de sua saída, nem se partiu do mesmo ou da banda a decisão. 
Enfim, o brasil tem uma gama incrível de músicos e as bandas gringas estão descobrindo isso, agora falta ao público brasileiro fazer o mesmo e valorizar mais o trampo dessa galera.

20/10/2025

Adeus a Ace Frehley

Na história do rock temos muitos guitarristas dados como estrelas maiores que todo o resto das suas respectivas bandas, outros que marcaram gerações e outros tantos que são influência direta pra tudo o que veio depois. Em alguns casos podemos colocar um só guitarrista nesse balaio todo. Porém, existem muitos que são influência direta a tudo que vêm depois de seu auge e são subestimados e aqui se enquadra Ace Frehley, recém falecido guitarrista fundador do Kiss.
Muito da sua carreira ser subestimada está no seu abuso de drogas que o fez deixar de lado muito de suas obrigações na banda, recebendo ao decorrer das décadas críticas acaloradas de seus ex-colegas de banda Gene Simmons e Paul Stanley.
O fato é que poucos guitarristas até então falaram diretamente que foram influenciados pelo Spaceman, porém, sua influência está lá, basta presta atenção em estilo de riffs específicos e solos. Agora após sua morte, a história vai mudar de figura, já que as pessoas sempre resolvem gostar mais de quem se vai.
Enfim, além de um grande guitarrista, Ace nos divertiu de diversas formas, basta ver a famosa entrevista do Kiss no The Tomorrow Show with Tom Snyder, que viralizou a algum tempo e que agora após sua morte voltou aos holofotes.
Brilhe como a estrela que é Space Ace.

19/10/2025

Vídeo Ensiferum no Bangers Open Air 2025

Já postei um vídeo em particular que o YouTube censurou, porém, o Tik Tok liberou. Como no caso citado, o vídeo do Ensiferum é igual, sendo assim, fica aqui um link para curtir um pouco do que foi aquele baita show:

14/10/2025

5 Discos Icônicos Lançados em Outubro

Vi essa lista no Whiplash e me pegou o nível desses 5 discos lançados em Outubro, sendo assim, trago pra cá ela, mas com minhas palavras é claro. São 5 discos que estão entre os meus de cabeceira e de algum modo, influenciaram muita coisa... Tudo isso prova que o mês das bruxas é muito, mas muito especial mesmo. 
Sem mais delongas, bora a lista, que deixo em ordem cronológica:
Reign in Blood - Slayer
Data de lançamento: 7 de outubro de 1986
Esse play, em minha humilde opinião, é a obra suprema do metal extremo como um todo. Em pouco menos de meia hora, você é atordoado por músicas extremas na sua temática e acima de tudo pancadaria, não tem descanso, é pancada em cima de pancada, com músicas curtas, velozes e cada uma tão boa quanto a outra, isso aqui é um manual de metal extremo;
Human - Death
Data de lançamento: 22 de outubro de 1991
Aqui já vamos pra um lado um pouco oposto do anterior, enquanto antes falávamos em músicas rápidas e brutais, aqui temos uma aula de como fazer música pesada, mas com complexidade e profundidade, com letras intelectuais. Isso aqui foi uma das primeiras vezes que o metal extremo mostrou ao mundo que tem muita profundidade envolvida ao peso;
Data de lançamento: 4 de outubro de 1994
Talvez o álbum com músicas mais soturnas da banda, esse álbum marca a saída do tecladista Kevin Moore, que deixou como último registro músicas técnicas, pesadas, com temáticas tristes e enfurecidas, embrulhadas num tom acessível único, aqui temos os dois extremos do Dream Theater andando de mãos dadas, é tudo muito técnico, porém, nada é massante ou cansativo, temos músicas acessíveis e gostosas de ouvir, um feito que criou um caminho pra muitas bandas de metal prog seguirem até hoje;
Metropolis Pt. 2: Scenes From a Memory - Dream Theater
Data de lançamento: 26 de outubro de 1999
Se no caso anterior a banda mostrou que era capaz de fazer músicas complexas, pesadas e acessíveis, aqui eles elevaram isso por 12. Um álbum conceitual, com uma temática e história cheia de nuances, com músicas dividias em atos e tudo mais. Sendo um álbum incrivelmente acessível, com músicas que até mesmo sua mãe gostaria de ouvir. Sério, esse álbum é referência até mesmo fora do prog metal;
The Dark Ride - Helloween
Data de lançamento: 30 de outubro de 2000
Uma mudança de rota muito importante na história da banda, se antes eram conhecidos por músicas com temáticas felizes, ou fantásticas, aqui exploraram temas mais obscuros e uma sonoridade sombria, o que modificou e muito o cenário do metal melódico da época.

07/10/2025

Rhapsody Of Fire Celebra 25 Anos de Dawn of Victory Com Dois Shows no Brasil

Com realização da produtora Dark Dimensions, os mestres italianos do power metal sinfônico, Rhapsody Of Fire, desembarcão em São Paulo para um show histórico e imperdível! No dia 14 de dezembro, no tradicional Carioca Club, a banda celebra os 25 anos de Dawn of Victory, um dos álbuns mais icônicos e reverenciados da história do metal mundial.
Lançado em 2000, esse trabalho não apenas consolidou o som épico e cinematográfico do Rhapsody Of Fire, como também redefiniu os padrões do power metal sinfônico, tornando-se uma verdadeira obra-prima do gênero. Clássicos como Holy Thunderforce, Dawn of Victory, Triumph for My Magic Steel e The Mighty Ride of the Firelord, entre outros, atravessaram gerações e se tornaram hinos imortais para fãs ao redor do mundo.
A turnê comemorativa 25 Years of Dawn of Victory, que também passa por México, Panamá, Honduras, Peru, Chile e Argentina (com duas datas), se encerra no Brasil, com shows em São Paulo (14/12) e Brasília (16/12). O álbum será executado na íntegra, acompanhado de um setlist repleto de outros clássicos que marcaram a trajetória da banda. Uma verdadeira viagem sonora épica, com direito a batalhas lendárias, dragões, cavaleiros e toda a atmosfera fantástica que somente o Rhapsody Of Fire sabe proporcionar.
Garanta já seu ingresso através do Clube do Ingresso:
Ponto físico (sem taxa de serviço – pagamento em dinheiro):
Animal Records/ Galeria do Rock/ SP
Valores sujeitos a alteração conforme virada de lote.
Após sua última e arrebatadora passagem pelo Brasil, com ingressos esgotados e performances memoráveis, o grupo liderado pelo fundador e tecladista Alex Staropoli retorna prometendo um espetáculo ainda mais grandioso, repleto de virtuosismo, emoção e magia.
Ao longo de sua carreira, o Rhapsody Of Fire conquistou uma legião de fãs graças à sua combinação única de metal, música clássica, trilhas sonoras cinematográficas e letras que narram sagas épicas. Com uma discografia que inclui 13 álbuns de estúdio, 3 EPs e 2 álbuns ao vivo, a banda se mantém como um dos pilares do power metal sinfônico mundial.
Ao lado de Alex Staropoli, a formação atual conta com Giacomo Voli (vocal), Roberto De Micheli (guitarra), Alessandro Sala (baixo) e Paolo Marchesich (bateria).
Se você é fã de música poderosa, técnica e capaz de transportar o ouvinte para universos fantásticos, este show é simplesmente imperdível. Prepare-se para viver uma noite mágica e celebrar, junto com o Rhapsody Of Fire, um dos maiores clássicos da história do metal.
Show: Rhapsody of Fire em São Paulo (25 Years of Dawn of Victory)
Data: 14 de dezembro de 2025 (domingo)
Local: Carioca Club: Rua Cardeal Arcoverde, 2899/ Pinheiros/ São Paulo/SP
Produção: Dark Dimensions
Assessoria: JZ Press
Abertura da casa: 17h
Classificação: +18 anos
Valores dos Ingressos (1º Lote):
Pista - Meia-entrada/Social R$ 130,00 (*)
Pista - Inteira R$ 260,00
Camarote - Meia-entrada/Social R$ 270,00 (*)
Camarote - Inteira R$ 540,00
(*) Ingressos promocionais mediante entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento.

02/10/2025

Show Ratos de Porão Sesc Belenzinho

Nos dias 6 e 7 de Junho o emblemático Ratos de Porão subiu no palco do Sesc Belenzinho para comemorar 40 anos de existência. Estive em pelo menos uma dessas noites para ver que apesar de tantos anos de banda, os caras ainda tem muita energia pra queimar.
Às 20h30 em ponto subiram ao palco e começaram a quebração sem muito papo, show reto, honesto repleto de clássicos e sons de Necropolítica (seu último álbum de estúdio, que vai bem na veia de certos problemas nacionais atuais). 
A qualidade do show é incomparável, os caras sabem exatamente o que fazem e como fazem. Som com equalização incrível, espancando a cada nota seu ouvido e levando a galera a gerar rodas amigáveis, descurso político afiado e muito, mas muito peso desde os sons mais hardcore, até os crossovers. Por falar nessa salada de frutas que o RDP promove, os caras sabem montar a playlist, com cada som do setlist passeando por um lado da história deles, sem tornar estranha a execução vir após outra diferente.
Agora chegamos ao ponto que, pelo menos pra mim, foi decepcionante, o show durou pouco menos de 1 hora, sendo que ao término simplesmente foram embora do palco e já era. Quando falamos de show nos Sescs, principalmente no Belenzinho, geralmente as bandas tocam até as 22h e não às 21h30, sem tirar que no término dos shows é normal atenderem ao público, onde sempre rola aquela proximidade entre músicos e fans. Aquele momento de trocar idéia, pegar autógrafo no merch, tirar uma fotinha e tals. Isso não é só pra banda underground, grandes nomes do metal e afins (com carreira consolidada na gringa) atendem os fans lá, já o RDP, simplesmente foram embora, deixando o público atônito esperando por alguma coisa. Foi desumilde.
Enfim, um belo e curto show e é isso.

Muppets Baby Fazendo Paródia de Bohemia Rhapsody

Tome um post antigo de um blog clássico que tive, é legalzinho e resolvi trazer de volta dos mortos:
Esse vídeo do Muppets é muito legal, aqui eles estão cantando Bohemian Rhapsody do Queen. Preste atenção na letra e como ela é usada... Muito bem bolado.

Destaques

Orgulho Rock 'N' Roll

Resgato aqui mais um texto antigo de um blog que tive, esse é extremamente antigo, por isso tem uns erros que não vou revisar, pois, quero q...

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