29/09/2025

Lista da Classic Rock Para os Maiores Debut Álbuns da Década de 70

O site Classic Rock listou os melhores debuts da década de 70, um pra cada ano e é uma baita lista que vale a pena ser vista:
1970: Black SabbathBlack Sabbath
1971: Mahavishnu Orchestra - The Inner Mounting Flame
1972: Roxy MusicRoxy Music
1973: Lynyrd Skynyrd - (Pronounced Leh-Nerd Skin-Nerd)
1974: Bad CompanyBad Company
1975: Patti SmithHorses
1976: RamonesRamones
1977: Sex Pistols - Never Mind The Bollocks… Here’s The Sex Pistols
1978: Van HalenVan Halen
1979: Joy DivisionUnknown Pleasures
O que é interessante ao checar a lista, é ver que todos os gêneros do rock meio que tiveram seu nascimento nessa década, mesmo que de maneira embrionária. Como esse estilo cresceu em uma década, sendo que essa lista abranje muita coisa, mas também deixa de fora outras tantas como Queen, Judas Priest, Eric Clapton e Motorhead.

23/09/2025

Política na Arte

Tava viajando aqui, enquanto ouvia Rage Against The Machine. Já notou que as pessoas, nessa moda moderna de recusar a política, enquanto vira fantoche de ideologias, já nem entendem que praticamente toda forma de arte tem um contexto político e alguma crítica inserida?
Não importa o nível artístico da mídia, sempre encontramos algo. Não importa que tipo de arte estamos falando, de cinema, pintura, música, games e tudo mais, temos contextos políticos inseridos e críticas que podem estar tanto na superfície, como no caso das músicas do Rage Against The Machine, quanto no subtexto.
Arte é feita por pessoas, e elas tem seus demônios, medos e convicções que ali colocam, e isso é algo que devem fazer, já que é essa gama de sentimentos e convicções que dão a uma obra a alma que ela precisa ter.
Então, sendo assim, antes de sair falando frases feitas de algum influenciador estúpido, tenta analisar aquilo que você está vendo/ lendo/ ouvindo por si só. Tenta extrair algo disso, tenta entender aquele contexto e acima de tudo, saiba qual é aquele contexto, não adianta analisar uma obra de 1900 com a mentalidade de 2025, isso é burrice e de gente burra o mundo já está cheio até demais.

22/09/2025

Lista dos 10 Melhores Álbuns de Thrash Metal da História

A revista inglesa Metal Hammer lançou a lista dos 10 melhores álbuns de thrash metal de todos os tempos e achei curioso o fato de só ter álbuns de bandas americanas com excessão do Sepultura que é do Brasil (aqui é Br caralho!). 
Concordo com a primeira posição, pois Reign Blood não é apenas um play de thrash, é uma aula de como se faz música pesada. Arise do Sepultura merece e muito está nessa lista, e pra mim, merecia estar até numa posição melhor. 
Mas agora chegamos ao ponto que queria chegar, cadê as bandas alemãs? Kreator, Destruction, Sodom e Tankard lançaram álbuns que são verdadeiros divisores de água na música pesada, trazendo novos rumos ao thrash. Isso sem citar banda estadunidenses que estão fora do famoso big four, Death Angel é uma das que posso citar. Tudo isso além de bandas de outros países, como Voivod e Annihilator
Mas enfim, só achei interessante tudo isso e como os ingleses esqueceram a qualidade que há na música pesada pelo resto do mundo pra prestigiar o mais do mesmo, um problema não só dessa revista em questão, mas da mídia de música como um todo.
A lista dos dez álbuns se encontra abaixo:
10: Arise (1991) - Sepultura (Brasil)
9: Kill 'Em All (1993) - Metallica (EUA)
8: Seasons in the Abyss (1990) - Slayer (EUA)
7: Peace Sells… But Who's Buying? (1986) - Megadeth (EUA)
6:  Bonded by Blood (1985) - Exodus (EUA)
5: Among the Living (1987) - Anthrax (EUA)
4: Ride the Lightning (1984) - Metallica (EUA)
3: Rust in Peace (1990) - Megadeth (EUA)
2: Master of Puppets (1986) - Metallica (EUA)
1: Reign in Blood (1986) - Slayer (EUA)

13/09/2025

Split EP do Orthostat com Precipício

Foi oficialmente lançado no dia 10 de junho, o split EP Alchemical Veritas, resultado da parceria entre as bandas catarinenses Orthostat e Precipício. Com duas faixas inéditas de cada grupo, o trabalho chegou com força total às principais plataformas de streaming e download, sob os selos Brado Records e Sangue Frio Records.

09/09/2025

Evergrey/ Mata E Amassa 22/06

Esse é mais um texto resgatado do meu antigo blog, em outra vida, espero que curtam lembrar de alguns dos melhores shows que já fui, numa das melhores fases da minha vida:
Compramos o ingresso para o show do Evergrey assim que o show foi anunciado e a venda liberada. Fazia tanto tempo que nem sabíamos onde esses ingressos estavam. Depois da busca e todos os preparos, estávamos prontos para ver os suecos.
Depois de uma rápida passada no merch que não tava barato nem bonito (que estampas sem graça da porra), peguei um CD, umas cervejas e esperei para ver as exatas 19 horas os caras subirem ao palco.
O nível deles como músicos é insano, já havia visto outro show da banda e esse conseguiu ter um setlist ainda mais interessante. Tom Englund (vocal/ guitarra) não estava muito bem da voz e até fez piada com isso, porém, segurou bem as músicas.
O baterista novo, Simen Sandnes, era uma grande incógnita se iria substituir bem Jonas Ekdahl que fazia parte da cozinha desde 2014. Spoiler, Sandnes é extremamente técnico e um show man, o cara sabe o que faz e faz bonito.
Foram tocadas em sua grande maioria sons mais atuais da banda, mostrando que o repertório dos caras consegue se atualizar muito bem e o público abraça cada som, até mesmo o que foi a pouco tempo lançado. Por falar em público, a casa estava bem cheia e com pessoas que realmente queriam estar ali, pessoal fez o show acontecer, ou como disse o guitarrista, Henrik Danhage, tornamos o dia dele melhor.
O grande porém da coisa foi que o show acabou mega rápido, apenas 1 hora e 20 minutos, sério, a banda tem álbuns mais longo que isso. 20:30 já havíamos até saido do Carioca Club e estávamos meio chateados com a falta de show.
Então nesse momento, minha mulher lembrou que estava rolando o Mata E Amassa, a tour do Massacration junto do Matanza Ritual, resolvemos ir conferir os grandes nomes nacional.
Chegamos a tempo de comprar ingressos e entrar no início do Massacration, os filhinhos do Deus Metal. E que início, público já insanamente empolgado com um dos hinos da banda sendo entoados em qualidade que só uma banda de tamanho porte poderia tocar.
Por se tratar da banda do Hermes & Renato, tem muito humor em meio as músicas, cada som tem uma apresentação antes com alguma performance de humor. Sinceramente, nem toda piada é de fato boa, mas no fim funciona. 
Conheço muito headbanger que torce o nariz para o Massacration, é aquela galera que se leva a sério demais, que não sabe rir de si mesmo e curtir o momento. Piadas a parte, o Massacration faz um som bem legal, com letras bem sacadas e até uma boa dose de sarcasmo que são muito bem vindos num mundinho muitas vezes tosco por conta de toda essa supervalorização. Além do mais, os filhinhos do Deus Metal entregam um bom show, melhor do que de muita banda consagrada por aí...
O fato é que hinos foram tocados, cantados a plenos pulmões pelos headbangers ali presente que curtiram cada instante da maior banda de metal do multiverso.
Após um intervalo de meia hora, entra o Matanza Ritual com sua formação completa, primeira vez que vi Felipe Andreoli no baixo da banda e que diferença esse cara faz. 
O setlist é praticamente o mesmo de sempre, contando com as manjadas músicas que amamos gritar as letras enquanto entramos em rodas educadas e cheias de ressentimento.
O mais legal de ver é o prazer que os caras demonstram de estar tocando juntos, coisa que faltava ao Matanza.
Jimmi e companhia fizeram um show e tanto, com direito a piadas sobre o Massacration, solos de bateria e baixo e até um diálogo entre o vocalista e a guitarra de Antônio Araújo.
Um show intenso de uma hora e pouco que fechou nossa noite em grande estilo, dando finalmente o sentimento de saciedade que precisávamos.

Destaques

Orgulho Rock 'N' Roll

Resgato aqui mais um texto antigo de um blog que tive, esse é extremamente antigo, por isso tem uns erros que não vou revisar, pois, quero q...

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