23/11/2025

Sobre Control, A Cinebiografia de Ian Curtis

Esse texto vêm de um blog antigo meu, de quando assisti esse filme pela primeira vez lá em 2007, acho que vale a pena resgatalo por ser um texto da mesma época do filme. 
Control é o titulo de um filme muito interessante que fala da vida de Ian Curtis o vocalista do Joy Division, que suicidou-se aos 23 anos em maio de 1980. Se você não conhece o Joy Division fique sabendo que esta banda foi uma das primeiras a tocarem o cutuado Pós-Punk, ou seja, o Gotico inicial, o Joy Division influenciou muitas bandas como o Nine Inch Nails por exemplo, e o Ian Curtis tambem influenciou muita gente por exemplo o Renato Russo, pense nas dancinhas com os braços, na maneira de se vestir e até nas musicas do Legião Urbana, com aquele tom de cantar levemente desafinado e com um tom forte… Agora que você já sabe o que o musico e banda representam vamos ao filme:
O filme é todo rodado em preto & branco, o que o torna mais obscuro.A direção ficou a cargo de Anton Corbijn que dirigiu varios clipes em preto & branco e sepia para bandas como U2 e Depeche Mode, a historia é inspirada no livro escrito pela viúva  (pelo menos a oficial) de Ian, Deborah Curtis, o livro se chama Carícias Distantes. Quem interpretou o cantor e fez um trabalho muito bom foi o ator Sam Riley que tinha uma certa semelhança com o o vocalista que morreu antes mesmo de lançar o seu segundo album intitulado Closer que foi lançado após sua morte.
A historia do filme fala da parte familiar do cantor, de como ele formou a banda, do modo que tratava a sua mulher Deborah (interpretada por Samantha Morton) e sua filha,como se desenvolveu seu caso com a jornalista Annik Honoré (interpretada por Alexandra Maria Lara) caso este que levou ao fim de seu casamento… O caso que o filme lhe mostra a vida dele de uma maneira conturbada do mesmo jeito que ele viveu, ou seja, no inicio ao fim do filme a cada 3 minutos acontece algo importante, simplesmente direto! O filme além de tudo mostra a maneira que ele levou a epilepsia com um certo medo e raiva. Até o ultimo minuto quando ele suicida-se, suicidio este que até hoje não tem muita explicação pois ninguem sabe o porque que ele fez ao certo, mas uma coisa é certa ele era muito melancolico!
Apresentação icônica do Joy Division.
O filme é marcante e vale a pena, pois além de uma bela fotografia a trilha sonora tráz muitos classicos do Joy Division, além de musicas de David Bowie, Sex Pistols (aparecem tocando onde Ian esta), Iggi Pop (cujo ouvia o disco The Idiot quando se enforcou) e New Order (banda dos remanescentes do Joy Division).A minha parte favorita é da gravação do clipe de Love Will Tear Us Apart simplesmente maravilhoso!
Ian e sua amante.

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Resgato aqui mais um texto antigo de um blog que tive, esse é extremamente antigo, por isso tem uns erros que não vou revisar, pois, quero q...

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